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Mari Ebert, o prazer é todo nosso! Polêmica, revoltada, rapper, careta, tarada, impulsiva, engraçada e psicopata. Nasci num 1° de abril e o mundo gira a minha volta.

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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Independência ou... Morte?
Alguns anos atrás, nas margens do rio Ipiranga, rolou uma confusão que resultou na independência do nosso país. Ou, como disse uma velha que discursou lá no meu colégio: nós viramos "senhores do nosso próprio destino". Ah, vá!
Seremos senhores do nosso próprio destino quando houverem governantes descentes para representar o nosso país. Ou, melhor ainda, quando não houverem governantes!
Enfim, mas o que eu quero dizer é que Dom Pedro levantou bravamente -ou não- a espada dele (e não, eu não estou falando de pinto) e, graças a isso, eu pude dormir até tarde nesta quarta feira. Palmas para Dom Pedro.
Eu não odeio o Brasil, muito pelo contrário. Eu sou daqueles poucos brasileiros que mantém seu patriotismo mesmo quando não estamos na copa do mundo. Mas o fato é que o Brasil tinha tudo para ser um país fodástico, disparado um dos melhores do mundo. Então por que ele não é? Bem, esse é um assunto para se pensar.
Mas eu não estou aqui para fazer um post filosófico sobre o futuro do nosso país, e nem para dar uma aula de história (se você quer saber um pouco sobre a história do Brasil, com um toque de humor, escute a música outros 500, dos seminovos). Ninguém está ligando para essas coisas.
Hoje eu fui para o colégio, na eterna esperança de ter um dia normal (e é claro que eu não tive), e quando eu cheguei lá os portões estavam fechados e os alunos estavam concentrados no pátio.
- Eba! - Pensei - Uma revolução! Tô dentro!
E não se esqueçam também que sempre têm aquele babaca que chega atrasado (que nem eu), vê a multidão e grita, sem pensar duas vezes:
- Eba! Suruba!
Mas não era uma revolução (e nem uma suruba - caso a dúvida ainda esteja pairando no ar). Era uma homenagem ao 7 de setembro. Dia da independência do nosso país. Com direito a hino, bandeira e o cacete a 4.
Alguns se importam mais com isso, outros não. Mas o Brasil é NOSSO. É meu, é dos milionários, é dos miseráveis. E isso não é uma questão de acreditar no governo ou não.
O Brasil será sempre o Brasil.
Só não sabemos se para melhor, ou para pior.

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Publicado por: Mari Ebert às 09:10

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